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O  assunto de hoje é o mercado. Essa lei da demanda e oferta é muito conhecida em outras atividades também.  

Quero falar como essa lei afeta você ao pensar na sua escolha profissional.

Vamos primeiro entender então o que significa essa lei da demanda e da oferta.

Demanda significa tipo uma necessidade. Tipo:

Você quer alugar um apartamento. É uma necessidade que você tem. Daí você dá uma olhada nos sites e aplicativos e percebe que tem muitas ofertas. Quando tem muitas ofertas, o preço do aluguel fica mais barato, a tal da concorrência, e para quem vai alugar fica melhor. Ou ao contrário, você quer alugar um apartamento em determinado bairro: tem poucas ofertas, ou seja, para você que está procurando um apartamento em determinada região, está difícil porque tem poucos imóveis disponíveis. Daí o que acontece é que o preço do aluguel fica mais alto e mais caro do que em outra região que tenha menor demanda.

Eu me lembro que por um tempo estive procurando um apartamento perto da linha de metrô. O corretor de imóveis disse assim: você quer encontrar um imóvel bom e barato perto da linha de metrô? Você e todo mundo!!. O preço do imóvel é mais alto se for perto do metrô porque tem muita gente que quer morar perto do metrô.  Daí o que eu gostava era caro, não dava pra pagar. O que eu podia pagar, eu não gostava. Então essa era a tal Lei da demanda e da oferta. Entendi na prática e acabei escolhendo outro bairro. Isso foi há 10 anos atrás e graças a expansão da linha do metrô, agora tem metrô perto, tipo a 2 quilômetros. Mas já é melhor que nada, né?

Bom, falando em demanda e oferta, o que isso tem a ver com a sua escolha profissional? 

Tem TUDO!!

Para você escolher uma carreira, você precisa olhar para o mercado de trabalho, você precisa conhecer quais são as oportunidades, as áreas que estão mais aquecidas e que estão crescendo. 

É claro que às vezes tudo pode mudar né? tipo o que aconteceu na pandemia. Uma coisa que ia muito bem, de repente ficou muito ruim. Isso não dá pra prever. Isso é a tal da incerteza. Mas tem muita coisa que dá para prever. 

A gente que acompanha as notícias está vendo a dificuldade que muitas empresas têm na área de tecnologia para contratar mão de obra qualificada. Falta gente. Demanda e oferta.

Já em outras áreas, sobra gente. Isso é, falta oportunidade. Tipo: Odontologia.  A concorrência no mercado é muito maior. Tem muito mais consultórios. E você fica pensando, Será que vai ter espaço para mais um dentista? Será que vai dar para abrir a minha própria clínica? ou vou trabalhar para um outro dentista? E se eu abrir a própria clínica, de onde vão vir os pacientes? Será que eu vou trabalhar para um convênio? E quanto eu vou receber?

Essas são algumas perguntas que você precisa fazer quando estiver pensando na sua escolha profissional.

E isso não quer dizer que você não deve escolher uma carreira só porque tem muita concorrência no mercado de trabalho, mas isso deve ser um sinal para você se preparar melhor pra enfrentar melhor esse mercado concorrido.

Deu para entender a ideia? 

O  Ensino Médio é a parte desse preparo, essa parte de pesquisar, de ter experiência. Então pergunte, pesquise, participe de palestras, atividades, visitas em empresas, consultórios, enfim, tudo o que puder. Descubra tudo. Faça perguntas.

Escolha seu curso, escolha sua área e siga com os planos. Mas lembre-se, a lei da oferta e da demanda pode mudar. Isso sempre.

 

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Já ouviu assim?

Tenho medo do monstro! Tenho medo de escuro! De lagartixa, barata, avião… 

Quando será que a gente começa a ter medo mesmo?

Eu não me lembro, mas provavelmente eu tenha percebido o medo nas pessoas ao meu redor e a partir daí, comecei a ter medo.

Quando eu percebia que a minha mãe  tinha medo de barata, eu também comecei a ter medo de barata.

Quando crianças, somos assim, vamos assimilando todo o contexto ao nosso redor, até ficar adulto e daí ter que lidar com esse sentimento: Medo.

Será que dá para explicar o medo?

Não dá para explicar como ele aparece .

O medo é uma emoção  como outras emoções tipo raiva, alegria, nojo, tristeza , etc… nós simplesmente sentimos! 

E as emoções chegam por um estímulo auditivo, visual ou cinestésico. E a gente simplesmente  percebe a situação  e sente a emoção.

Como lidamos com o nosso medo, enquanto adultos, pais e responsáveis, será o modelo que nossos filhos e alunos irão ver, sentir e aprender a lidar com o medo deles.

Tentar usar a lógica ou razão quando estamos sentindo medo, não ajuda muito não é?

Mesmo quando achamos que os medos deles é muito infantil! 

Está escuro no quarto, a criança ouve um barulho e fica com medo.

( lembre-se do estímulo, nesse caso visual e auditivo: tá escuro, eu ouvi! )

E você vai lá e diz simplesmente: Ah não existe monstro! Não precisa sentir medo! 

Não costuma funcionar muito bem, não é?

 O que podemos fazer então para lidar com essas situações de medo na criança?

  1. Primeiro, reconheça o que ela está sentindo. Não negue a emoção  pergunte: O que você está sentindo agora? O que aconteceu para você se sentir assim?
  2. Depois, acolha a criança e a acalme. Estou aqui com você agora. Estamos juntos.
  3. Em um outro momento, depois do ocorrido relembre o fato  e conversem sobre quais o que a criança pode fazer no momento em que a emoção chega  e passa por ela, isso mesmo  as emoções passam, são alguns minutinhos em que se sente  o aperto no peito, o frio da barriga, depois passa! Então você pode dizer pra ela que vai passar e que você vai ficar com ela nesse momento até que ela se acalme.
  4. Depois que passar, conversem sobre outras emoções, como elas chegam e vão, e que coisas podemos fazer quando sentirmos a emoção chegando de novo.
  5. Encoraje a criança a falar sobre as possibilidades e sugira algumas estratégias também tipo, fechar os olhos, respirar profundamente, abraçar alguém ou algum objeto de pelúcia, algo que traga um conforto cognitivo para a criança.
  6. Conte histórias que tratam do tema das emoções e dos sentimentos. Existem muitos livrinhos que podem  ajudar. Tem um que se  chama: A caixa de preocupações da autora Suzzane Chien. É a história de um ursinho que vivia cheio de medos, e a irmã ursa o ajuda a escrever as preocupações e colocar na caixa.

As histórias ajudam a criança a se identificar com os sentimentos e expressar como lidar com isso. 

Eu testei essa atividade com um grupo de crianças de 7 e 8 anos. Foi muito interessante ver como elas curtiram a história e também escreveram ou desenharam as suas  preocupações.

Isso pode ser uma forma de trabalhar os sentimentos  e o tema de um jeito mais lúdico, na brincadeira.

Confira esse conteúdo no canal da Inova.

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          

planejamento

Se você falha em planejar, está planejando falhar.

A frase é de autor desconhecido, mas nela está inserido um princípio fundamental para a sala de aula e para vida: planejamento.

O professor precisa planejar suas atividades, seu tempo e suas prioridades. 

Muitas vezes escuto os professores comentando que eles tem muito conteúdo para passar para os alunos, não dá para fazer todos os exercícios da apostila, que tem muita cobrança para usar todo o material!

E é verdade! Isso pode acontecer, ainda mais quando estamos vivendo momentos de incerteza, interrupções e mudanças.

E mais uma vez, o planejamento é fundamental. 

Alguém pode pensar: eu planejo, mas nem sempre dá certo!

Isso também é verdade!

Planejei usar um novo aplicativo, mas o sinal da internet não funcionou...

Planejei trabalhar em grupo, mas não deu certo!

Planejar também envolve ter um plano B !

Isso também é planejamento.

Quando eu começo a planejar a semana de aulas, primeiro gasto tempo pensando na apresentação do conteúdo, depois nas páginas do livro ou da apostila que será utilizada, na forma que irei ministrar a aula e especialmente na turma que irei ministrar a aula. 

O planejamento me ajuda a selecionar os conteúdos mais relevantes que necessitam ser abordados.

O que precisamos planejar?

  1. O tempo da atividade  - o foco de concentração aumenta de acordo com a faixa etária, quanto mais novo o aluno, menos tempo “ouvindo” a explicação.
  2. Tipo de atividade - no seu plano, inclua atividades para os presentes e para os ausentes. Em tempos de pandemia, alunos estão sujeitos às possibilidades de afastamento das aulas presenciais, então já disponibilize as atividades também para quem não está na sala de aula presencial.
  3. Formato - Inclua atividades para os aprendizes visuais, cinestésicos e auditivos, dessa forma, você vai alcançar muito melhor seus alunos.

Quer saber mais sobre os estilos de aprendizagem?

Esse conteúdo está disponível no curso: Segredos da Aprendizagem. 

Confira o conteúdo aqui!

A sala de aula é o lugar de experiências: professor e aluno aprendem juntos e avaliam o que está dando mais resultados.

Para fazer parte desse tipo de experiência é preciso testar novas ideias. Comece por aí !

 

A gente se vê, até mais! 

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