Por que desenvolver as competências emocionais nos meninos e nas meninas?

As emoções têm gênero?

Por que aceitamos a raiva como um sentimento ‘normal’ nos homens e para as mulheres um tipo de insanidade?

As meninas precisam aprender a controlar sua raiva, se quiserem ser princesas?

E os meninos podem bater e brigar porque essa é natureza masculina, então tudo bem.

Muitas perguntas e todas passam pelo âmbito cultural e familiar.

Não se pode ignorar que repetimos modelos que vivenciamos, sem ao menos refletir sobre o impacto nos nossos sentimentos e percepções. Deixamos a nossa competência emocional ‘escondida’.

Homens são valorizados quando expressam sua agressividade nos negócios. A masculinidade e a força são vistas como naturais, que fazem parte do ‘conjunto ser masculino’.

Mulheres são desvalorizadas quando expressam sua agressividade. Elas precisam desenvolver competências diferenciadas: precisam ser meigas, compreensivas, amorosas, promovendo a paz.

Não é esse o papel que se espera de nós?

E por que precisamos desenvolver as competências emocionais nas crianças?

Precisamos encontrar maneiras de expressar as nossas emoções porque as emoções são sinaisl dos nossos pensamentos e sentimentos, são a nossa proteção.

Precisamos ensinar isso as crianças.

Medo, raiva, frustração, nos dão um alerta de que algo não está certo. Ficamos mais atentos.

Alegria, contentamento, felicidade, nos relaxam e nos ajudar a diminuir a ansiedade e o stress.

Reconhecer esses sentimentos e emoções fazem parte da competência emocional de cada pessoa. Por isso precisamos ensinar as crianças.

Ao longo do tempo e das nossas experiências vamos deixando de expressar e valorizar os sentimentos, considerados negativos a raiva, a dor e a  frustração e isso nos causa mudanças fisiológicas, que alteram o funcionamento do nosso organismo. Que por sua vez, reage com outro alerta: doenças: dores crônicas, depressão, ansiedade, obesidade, síndrome do pânico, entre outras. Sinais de emoções reprimidas, sentimentos escondidos, problemas não resolvidos.

Enquanto muitas assumem o papel e a responsabilidade de cuidar e confortar emocionalmente os outros e acabam deixando de lado seus próprios sentimentos.

Como os sentimentos são de nossa própria competência, nosso domínio e autoridade. Estão em nosso poder: perceber ou ignorar, cuidar ou negligenciar.

Pessoas que são capazes de identificar suas emoções, são mais criativas, otimistas, resolvem os problemas com mais facilidade e desenvolvem relacionamentos íntimos mais verdadeiros e duradouros.

Vamos trabalhar as competências emocionais dos pequenos? Assim poderemos ter uma sociedade  que respeite homens e mulheres que aprenderam a identificar suas emoções e usam esses sentimentos para construir relações mais duradouras e verdadeiras

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